Presidente da Faciap destaca liderança associativista e representatividade institucional em visita à Facmat

Presidente da Faciap destaca liderança associativista e representatividade institucional em visita à Facmat

As práticas de gestão, o papel da liderança no sistema associativista e a representatividade institucional foram alguns temas debatidos durante a visita do presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Flávio Furlan, ao presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat), Jonas Alves. Ele esteve na sede da entidade, em Cuiabá, no dia 20 de fevereiro.



Jonas Alves destacou o caráter institucional da visita e a troca de experiências entre as Federações. “Foi um momento para compartilhar práticas de gestão e compreender como cada Federação atua dentro de sua realidade. Esse intercâmbio e troca de informações contribui para fortalecer a atuação das Associações Comerciais nos estados”.



Durante a visita, Flávio Furlan abordou o papel da liderança dentro das Federações e a importância do engajamento coletivo. “A função da liderança no associativismo é criar sentimento de pertencimento e fazer com que as pessoas acreditem no trabalho que estão desenvolvendo. Esse engajamento é o que sustenta a atuação das Associações Comerciais”, disse.



O presidente da Faciap também explicou como a organização do sistema associativista amplia a representatividade institucional. “A Federação do Paraná representa 296 Associações Comerciais em 399 municípios e atua como interlocutora entre o setor produtivo e o poder público”.



Outro ponto abordado por ele foi a atuação conjunta das Federações por meio da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB). Segundo Furlan, a CACB exerce papel central na articulação nacional das demandas empresariais. “É por meio da CACB que as Federações conseguem levar pautas regionais para o debate federal, fortalecendo a representatividade do setor produtivo junto aos governos e ao Congresso Nacional”, explicou.



Furlan destacou ainda que a definição coletiva de prioridades é essencial para esse processo. “Quando as Federações organizam suas demandas e definem prioridades, a atuação nacional se torna mais objetiva e eficaz”, concluiu.